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Colonização

Publicado em 30/05/2014 às 14:36 - Atualizado em 09/05/2014 às 11:16

A Colonizadora Imobiliária Princesa Ltda, com sede em Santo Cristo - RS foi à responsável pela venda das terras, através de um de seus sócios, o procurador Roberto Zeno Rockenbach, que veio residir em Princesa. A Imobiliária Princesa Ltda adquiriu suas terras da Colonizadora e Madeireira Bandeirante Ltda, com sede em Caxias do Sul-RS, onde era procurador o Sr. Ruy Luchesi – Gleba Pepery-Chapecó. Compondo-se a Imobiliária Princesa Ltda dos seguintes nomes: Henrique Otto Drogemoller, Carlos Wieser, Roberto Zeno Rockenbach, Antonio Kuhn, entre outras, todas oriundas de Santo Cristo - RS. A colonizadora ao dividir a gleba em lotes rurais preocupou-se em escolher um local para a sede, pois se intencionava ali fundar uma cidade, dividindo o local escolhido em 40 quadras, com 10 lotes urbanos de 1000m² cada, totalizando 400 lotes, com ruas e avenidas já demarcadas. A colonizadora doou uma quadra para ser a praça, e outra para ser a igreja e uma chácara para freiras que ali viessem a se estabelecer. Os primeiros colonizadores que aqui chegaram atraídos pela abundância de madeira de boa qualidade e terras férteis a custos reduzidos chegavam até São José do Cedro - SC, onde ficaram alojados alguns meses até que se abriam as estradas até Princesa. Depois das estradas abertas faziam as mudanças de carroça até Princesa, o que ainda demorava dias. Sendo seus fundadores na maioria de origem alemã e italiana, e ainda muitos mestiços. Os habitantes que outrora chegavam a Princesa vinham trazendo consigo toda a sua bagagem cultural como: vocabulários, costumes, tradições, pratos típicos e sobre tudo, muita vontade de trabalhar e vencer. No início da colonização de Princesa, a atual sede do município de São José do Cedro ainda era insignificante e pela localização geográfica de Princesa, dizia que por esta região, por um levantamento já feito, passaria a estrada geral que ligaria São Miguel do Oeste a Dionísio Cerqueira, o que gerou um progresso inicial. A comunidade progredia significativamente, com a extração da madeira e sua comercialização. Como é de praxe, no início de uma comunidade, os pioneiros construíram em novembro de 1952 uma escola para instruir na alfabetização os filhos dos colonos, servindo a mesma também de igreja, onde se reuniam aos domingos para rezar.